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O IBGE apresentou hoje, 06, mais detalhes da última edição da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2014, realizado em convênio com o Ministério das Comunicações, divulgada em novembro de 2015. Dessa vez, o instituto publicou um suplemento com foco no segmento das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC).

O balanço recupera o índice já conhecido, de que o país encerrou 2014 com 136,6 milhões de donos de celular, equivalente a 77,9% da população acima de 10 anos. No mesmo ano o país tinha 280,7 milhões de linhas móveis ativas, conforme dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Traz, porém, mais detalhes sobre o perfil dos usuários. Em 2014, o percentual de pessoas que tinham telefone celular para uso pessoal na população de 10 anos ou mais de idade era de 82,3% na área urbana e 52,5% na área rural. Esses dois contingentes cresceram em relação a 2013.

A maior expansão foi na área rural: 4,6%, de maneira que mais da metade da população do campo passou a contar com telefone celular em 2014. O Centro-Oeste apresentou os maiores percentuais de pessoas com esse equipamento, tanto na área urbana (87,6%) quanto na rural (71,1%).

De 2013 a 2014, a posse de telefone celular cresceu em todos os grupos etários, atingindo seu máximo entre aqueles com 20 a 24 anos de idade (89,4%). Em 2014, mais de 80% das pessoas com entre 15 e 54 anos de idade tinham celular. As menores proporções estavam nos grupos com 10 a 14 anos (54,1%) e com 60 anos ou mais (55,6%) de idade.

A posse de telefone móvel celular para uso pessoal varia conforme a posição na ocupação e a categoria do emprego. Enquanto 95,7% dos empregadores e 95,3% dos militares e funcionários públicos estatutários tinham telefone celular em 2014, 91,1% dos empregados e trabalhadores domésticos, 81,4% dos trabalhadores por conta própria e 61,1% dos trabalhadores não remunerados possuíam esse equipamento no mesmo período.

Quanto às classes de rendimento mensal domiciliar per capita, na faixa formada por pessoas que ganham  até um quarto do salário mínimo, 53% tinham telefone celular. Na faixa acima de 10 salários mínimos a proporção alcançou 95,9% em 2014. (Com assessoria de imprensa)

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Da Redação

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