The logo of America Movil is seen in the company's new corporate offices in Mexico CityO diretor de Regulação do grupo América Móvil, Gilberto Souto Mayor, disse hoje, durante o Encontro Tele.Síntese que debateu o novo marco regulatório, que a Embratel não é contra a alteração das regras da concessão agora, na definição do PGMU 2016/2020, mas que a concessionária quer ter o direito de manter o seu atual contrato que se encerra em 2025. Ou seja, segundo Souto Mayor, a Embratel não quer se ver na situação que foi vivida pelas empresas quando da criação do Serviço de Acesso Condicionado (SeAC).

À epoca, a Anatel estabeleceu condições para as empresas com licença de TV a cabo migrassem para o SeAC. E a migração, lembrou ele, implicou condicionamentos que não existiam na licença anterior. “Primeiro vamos ver o que vai mudar na concessão e quais são os novos condicionamentos. Só vamos aderir, se for bom para empresa”, resumiu ele.

O Encontro Tele.Síntese, promovido pela Momento Editorial, aconteceu hoje (22) em Brasil. Em três painéis, debateu-se o novo modelo regulatório em desenvolvimento pelo governo e regulador e as mudanças na concessão.

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Lia Ribeiro Dias

Seu nome, trabalho e opiniões são referências no mercado editorial especializado e, principalmente, nos segmentos de informática e telecomunicações, nos quais desenvolve, há 28 anos, a sua atuação como jornalista.

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